30 de novembro de 2016

Escrevendo trechos

Olá, pessoal! "Escrevendo trechos", hoje, é com o livro Reflexo, da autora Ias Guinossi. Faz quase um ano que li esse livro nacional - que, por sinal, me tirou de uma ressaca profunda -, e uma das coisas mais marcantes dele são as sensações que ele causa... Ias escreve muito bem quando o assunto é passar para o leitor o que acontece na cabeça da protagonista. Espero que curtam as quotes e fiquem curiosos com a história.

Sinopse: Toda garota já teve um grande amor. E toda garota também já se decepcionou e encontrou outro amor. Mas Nicoly convive de forma insólita com isso. Depois de anos de tratamento, o sentimento de perda acaba desencadeando um adormecido e mal curado transtorno de persnalidade.

Seu coração não disputa apenas o amor de um homem, ele é disputado por duas personalidades que sua mente manifesta. Como Nicoly enfrentará esse dilema, com a mente revolta e indefinida? Enfim, de quem será o seu coração?

Seu caminho será certamente permeado por desafios que superam a nossa imaginação. Mas quantos desafios ela terá que superar? Será que resistirá à dor e sairá feliz dessa história?

29 de novembro de 2016

Despedida de Solteira

Em meio à tantas amigas que tenho, algumas não são tão comportadas assim. Olha, admito que essas são as melhores. Amo brincar, descontrair e falar sacanagens, mas sempre respeitando o Celso, meu noivo.
Paula é a mais extrovertida de nosso grupo, ela me propôs uma despedida de solteira. De início recusei, mas ela explicou tudo... Não ia ter nada demais, a gente só iria sair para beber e chacoalhar os cabelos. Conversei com o Celso e ele incrivelmente nem fez cara feia, aceitou e por fim disse para que eu não o esquecesse:
- Óbvio que não vou te esquecer.
Ele riu e me beijou, já estava na hora dele ir para o serviço, então foi coisa rápida. Vestiu o casaco que levava nas costas e foi embora, assim sem olhar para trás. Achei meio frio, mas talvez seja pelo atraso (em 10 minutos começaria seu expediente), ou por medo de ser despedido, semana passada ele contou que tinha levado uma chamada do chefe.
Eu e as meninas combinamos de ir à uma boate bem badalada, ali pros lados de Alphaville. Eu estava ansiosa, fazia tempo que não saia para espairecer, até queria que meu noivo fosse comigo, apesar de ser algo que tradicionalmente não o inclui.
Chegado o dia, estávamos em 5 meninas, Paula e Cintia, minhas amigas de anos, as outras duas eu não conhecia, fomos apresentadas e gostei delas, Bia e Evelyn. Super simpáticas.
Todas lindas, resultando queixos caídos. Estávamos realmente muito gatas (desculpa aí pelo excesso de amor próprio).
Mandei mensagens para meu noivo, mas ele não estava online, liguei e ele não atendeu... Deveria estar ocupado no trabalho, mas enfim, deixei o celular de lado.
Aquela boate era incrível, clima aconchegante, músicas variadas e muito boas! Nada comparado aos bailes que vejo por aí (com sexo explícito, credo).
Nos ajeitamos em um canto, mal gastamos com as bebidas, Paula fez "amizade" com um rapaz simpático que pagou para a gente, alguns se aproximaram, mas não dei bola e logo se afastaram, Bia havia ficado com um loiro que a chamou para dançar.
Falar em dançar, em pouco tempo fomos dançar, estava tocando um som eletrônico dos bons, não resistimos! Nos jogamos na pista como loucas.
Lá no canto, sentado bebendo algo, tinha um preto muito estiloso, ele usava dreads e tinha a barba falhada. Olhei de relance e pensei no quão legal era o cabelo dele, pensei também no porquê dele ainda não estar acompanhado, talvez também fosse casado. Logo desviei o olhar e encarei um novo passo, acho que fui bem! Ou não, quem sabe.
Em mais ou menos cinco minutos, alguém me puxa pelo braço, de forma forte e grosseira. Virei pronta para retribuir, mas era Paula:
- Olha ali, nega! Não é o seu noivo?
Meu mundo caiu... Não sabia o que fazer. Paula tinha acertado, era o Celso, agarrado com uma mulher que estava de costas para ele.
Fiquei sem reação, mas nos próximos segundos, tive a atitude mais brilhante cabivel àquele momento. Fui até os dois e os cumprimentei; Celso ficou amarelo e a mulher não soube onde enfiar a carinha vermelha (risos), acho que ela já me conhecia. Mas meu alvo não era ela.
Tirei aquela aliança da mão dele e em seguida tirei a da minha, pedi para ele assistir o espetáculo que viria.
Fui até o preto de dreads, olhei-o nos olhos, ele em distância me mostrou com seu olhar que estava afim do que eu queria fazer. Cheguei nele e dei um beijo delicioso, ele apertou minha cintura contra a dele, eu estacionei minhas mãos em sua nuca. Após o beijo, não fiz questão de olhar para Celso nem para ninguém, fui embora e o preto gato veio atrás de mim. Não rolou mais nada, nos despedimos na porta da boate após as santas trocas de telefones. Quando ele virou as costas, o mari sorriso sumiu e umas lágrimas quiseram cair, mas não quis deixar, apesar de algumas caírem rapidamente, como chuva.
As meninas logo vieram atrás, perguntando se eu estava bem, ao vê-las, enxuguei as lágrimas e grite:
- Não tô bem, eu tô ótima!
Celso me bloqueou de tudo e sumiu, mas até hoje sou grata à ele, por ter me dado o prazer de um ótimo show e o passaporte para a despedida de otária.
E que despedida boa, hein?!
Eu e Paula nos aproximamos ainda mais e passamos a sair com mais frequência, não deveria restar minutos para lembrar dos planos ou do vestido que já havia escolhido, não deveria restar um segundo sequer para lutar com as lágrimas. Felizmente não restou, hoje sou mulher independente e ver vestidos de noiva me dá ânsia. Os homens para mim só tem uma utilidade e ela está longe de ser relacionada à construir uma família. Parece grosseiro isso vindo de uma mulher, não é? Mas qual o problema de uma mulher solteira pensar como a maioria dos homens comprometidos?



- Juliane França.

28 de novembro de 2016

Literatura nacional: entrevista Danilo Barbosa

 Oi gente, tudo bem?
Hoje é dia de indicar mais um autor nacional, e o autor escolhido de hoje é o Danilo Barbosa.
Danilo Barbosa é autor do livro "Arma de Vingança", que foi publicado pela editora Universo dos livros.
Espero que gostem da entrevista...

Conheça o livro:



Sinopse: Como uma deusa cruel e vingativa, destruirei todos que estiverem em meu caminho... O que você seria capaz de fazer por vingança? Suportaria uma vida cercada de mentiras, traições, dores, crime e morte? Ana sobreviveu. Pagou o seu preço com marcas que o tempo nunca será capaz de apagar. Deixou para trás toda a inocência de criança para dar lugar a uma mulher fria e calculista, disposta a ser a perfeita arma de execução contra aqueles que tentaram destruí-la. Para conseguir os seus objetivos, não terá limites: irá mentir, enganar, seduzir e trair... Sem remorsos ou pena daquele que um dia julgou amar. Prepare-se para ouvir a história de Ana. Caminhe na tênue linha entre a paixão e a obsessão e veja como até os príncipes encantados tem o seu lado sombrio. Afinal, esta não é uma história de amor.
1. Oi Danilo, tudo bem? Poderia começar essa entrevista nos falando
um pouco sobre você?
Ariano torto, leitor inveterado, vivo com a cabeça cercada de histórias minhas e alheias (se eu ficar um dia sem ler, surto!). Me chamam de Dan, de Ursão, e já me elegeram o abraço mais gostoso da Bienal hahaha... Sempre tento ver o mundo com olhos de criança e enxergar o bem nas situações e nas pessoas.
2. Andei pesquisando um pouco sobre seus livros, e pude perceber que
todas suas personagens femininas são de alguma forma fortes. Onde vc
buscou inspiração para criá-las?
Nas mulheres do dia a dia. Sempre tive mulheres fortes à minha volta. Elas são minha inspiração. E me fala uma coisa, a maioria das mulheres podem ser consideradas fortes, e as admiro por isso. Em quantas vocês se transformam na rotina diária de vocês? Quantas broncas seguram? Sempre digo que sou feliz, pois minha escrita é uma troca. Eu me doo para as minhas leitoras e elas me retribuem com carinho, afeto e me transformando em parte de suas histórias, o que, consequentemente, me inspira a escrever mais coisas.
3. Arma de vingança foi seu primeiro livro, poderia nos dizer onde
surgiu inspiração para criar o livro e seus personagens.
Então, a ideia original do Arma de Vingança surgiu de repente, quase como uma liberação do meu lado mais sombrio, digamos assim... Hahahaha Estava estudando, soubemos da experiência de uma amiga que estava grávida, saiu desorientada da casa dele e acabou sendo atropelada por um carro, perdendo a criança. Na hora em que perguntei o que faria no lugar dela, a Ana surgiu em minha mente, querendo me contar a história dela. Ana foi a primeira personagem que me surgiu do Arma. Os "meninos" vieram depois.
4. Quais os maiores pontos negativos que vc já teve que enfrentar no
mercado literário nacional?
Assim como toda área de trabalho, temos os nossos altos e baixos... Mas o ego humano é ainda o fator mais complicado. Tem muita gente que vê o outro autor como concorrente, e não de uma forma positiva. Nada de se inspirar no outro para crescer, e ver que tem espaço para todos. Você falar e agir como se fosse o melhor de todos não funciona. Estamos todos no mesmo barco e devemos remar juntos para conseguirmos algo.
5. E quais os pontos positivos?
As amizades adquiridas, o carinho dos leitores, o contato com as pessoas. Isso não tem preço!
6. Você costuma ter uma rotina para escrever seus livros?
Não costumo... Tenho de ter tempo e a cabeça tranquila, senão não sai nada...
7. Você tem algum novo trabalho em andamento? Se sim, poderia nos
falar um pouco sobre ele?
Tenho 3 trabalhos em andamento, no momento. Um livro hot, uma comédia romântica e um suspense. Três histórias completamente diferentes, mas que adoro mexer.
8. Qual dica você daria para aqueles que querem ingressar no mercado
literário?
Muita calma e sabedoria em suas escolhas. Sinceridade e humildade para seguir em frente. Aquele que entra com os pés no chão e coração aberto, vai ter sucesso, com certeza.
9. Bom Danilo, gostaria de agradecer imensamente o tempo que você
dedicou para conceder essa entrevista ao blog. E para finalizar, deixe
um recado para nossos leitores.
Só tenho de agradecer a todos que me leram, estão lendo ou ainda vão me ler. São vocês que nos impulsionam a escrever cada vez mais. Vocês são nossa força motora, que nos levam a criar cada vez mais. Sou fã de vocês!


26 de novembro de 2016

Resenha: O último dos canalhas



Título:
O último dos Canalhas
Autora: Loretta Chase
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
Sinopse: O devasso Vere Mallory, duque de Ainswood, está pronto para sua próxima conquista e já escolheu o alvo: a jornalista Lydia Greenville. Só que desta vez, além de seduzir uma bela mulher, ele deseja também se vingar dela.
Ao se envolver numa discussão numa taverna, Vere foi nocauteado por Lydia e se tornou alvo de chacota de toda a sociedade. Agora ele quer dar o troco manchando a reputação da moça.
Mas Lydia não está interessada em romance, principalmente com um homem pervertido feito Mallory. Em seus artigos, ela ataca nobres insensatos como ele, a quem considera a principal causa dos problemas sociais.
Nesse duelo de vontades, Vere e Lydia se esforçam para provocar a derrota mais humilhante ao mesmo tempo que lutam contra a atração que o adversário lhe desperta. E, nesse divertida batalha de sedução e malícia, resta saber quem será o primeiro a ceder à tentação.

25 de novembro de 2016

Playlisy da semana: Músicas para ouvir na bad

Oi gente, tudo bem?
E quando bate aquela bad? Acredito que nada melhor do que escutar aquelas músicas suaves e bem tristes, né? Bom eu simplesmente adoro, e se você assim como eu, também adora escutar esse tipo de música, se rachando de tanto chorar e enfim mandando essa bad embora, essa playlist foi feita pra você.
Na playlist de hoje eu vou citar seis musicas que sempre contribuem com a bad, seja mandando ela de vez embora, ou me fazendo derramar diversas lágrimas, enquanto reflito sobre a vida... Espero que gostem...

Projota – Véia



23 de novembro de 2016

Oi gente, tudo bem?
Hoje é dia da coluna “Escrevendo trechos”, e dessa vez o livro escolhido é um dos meus livros favoritos, Amor Amargo, é um livro que fala sobre violência doméstica, de uma forma tão incrível e tocante, que só de lembrar meus olhos já ficam marejados.
Confesso que foi um pouco difícil selecionar algumas frases para esse post, já que meu livro tá a maior parte marcado, mas tentei selecionar as melhores, espero que gostem...

Sinopse: Último ano do colégio: a formatura da estudiosa Alex se aproxima, assim como a promessa feita com seus dois melhores amigos, Bethany e Zach, de viajarem até o Colorado, local para onde sua mãe estava indo quando morreu em um acidente. O Dia da Viagem se torna cada vez mais próximo, e tudo corre conforme o planejado.
Até Cole aparecer.
Encantador, divertido, sensível, um astro dos esportes. Alex parece não acreditar que o garoto ta ali querendo se aproximar dela. Quando os dois iniciam um relacionamento, tudo parece caminhar às mil maravilhas, até que ela começa a conhecê-lo de verdade...
Em um retrato realista de um relacionamento conturbado, a autora Jennifer Brown nos leva até o limite de nossos sentimentos.

22 de novembro de 2016

O Conceito de Família

Gentileza gera gentileza? Só se fosse na rua.
Nunca consegui entender o porquê gentileza gerava tanta fúria dentro de casa.
Minha mãe sempre recebeu meu pai com um beijo de boa noite e um prato farto de comida, às vezes ele chegava e nem se quer falava com ela, comigo e com meus irmãos. Só sentava na mesa, comia e ia dormir.
Era até bom quando ele ia dormir, por mais que às vezes, eu tivesse que visualizar minha mãe aos prantos com o pano de pratos nas mãos.

14 de novembro de 2016

Resenha: The Kiss of Deception

Título: The Kiss of Deception
Autora: Mary E. Pearson
Editora: Darkside
Páginas: 406
Sinopse: Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, historias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre os dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro?
Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e esta desesperadamente a sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrara perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.
O romance de Mary E. Pearson evoca culturas do nosso mundo e as transpõe para história de forma magnífica. Através de uma escrita apaixonante e uma convincente narrativa, o primeiro volume das Crônicas de Amor e Ódio é capaz de mudar a nossa concepção entre o bem e o mal e nos faz repensar todos os estereótipos aos quais estamos condicionados. É um livro sobre a importância da autodescoberta, do amor, e como ele pode nos enganar. Às vezes, nossas lembranças são histórias distorcidas pelo tempo.


11 de novembro de 2016

Resenha: O Que Há de Estranho em Mim

Livro: O Que Há de Estranho em Mim
Autor(a): Gayle Forman
Editora: Arqueiro
Páginas: 333
Sinopse: Ao internar a filha numa clínica, o pai de Brit acredita que está ajudando a menina, mas a verdade é que o lugar só lhe faz mal. Aos 16 anos, ela se vê diante de um duvidoso método de terapia, que inclui xingar as outras jovens e dedurar as infrações alheias para ganhar a liberdade.
Sem saber em quem confiar e determinada a não cooperar com os conselheiros, Brit se isola. Mas não fica sozinha por muito tempo. Logo outras garotas se unem a ela na resistência àquele modo de vida hostil. V, Bebe, Martha e Cassie se tornam seu oásis em meio ao deserto de opressão.
Juntas, as cinco amigas vão em busca de uma forma de desafiar o sistema, mostrar ao mundo que não têm nada de desajustadas e dar fim ao suplício de viver numa instituição que as enlouquece.


Resenha:

Após ler Se eu ficar eu cheguei a jurar que não leria outro livro da autora, mas eis que surge O que há de estranho em mim com uma pegada totalmente diferente do que eu poderia imaginar.
Nesse livro vamos conhecer Brit uma adolescente que acaba de ser internada em uma clínica psiquiatria pelo pai. Sem saber o real motivo de estar ali, ela se sente por diversos momentos traída e abandonada.

"Fui jogada em uma saleta abafada e a porta foi trancada. Soluçando, esperei que papai caísse na real, visse a grande besteira que estava fazendo e vinhesse me buscar."

Porém a instituição, que aos olhos de seu pai tinha tudo para ser uma boa, utiliza de métodos duvidosos, entre eles colocar as garotas internas em solitárias ou em terapias confrontativas, onde um grupo de garotas se une para humilhar umas as outras. Coisas que faz com que Brit se sinta cada vez pior.
Decidida a não colaborar com o sistema imposto pela clínica, Brit acaba se isolando cada vez mais, e sua única saída acaba se tornando um grupo de quatro garotas, V, Bebe, Martha e Cassie, que logo se tornam amigas e se unem, fazendo o possível para burlar o sistema e se manterem lúcidas.

"O que você quer, o que a Red Rock quer, é me transformar numa espécie de robô (...)"

Logo no início da pra sentir uma certa agonia presente no livro, pois você vê ali garotas sendo psicologicamente abusadas, e também pelo fato de todas estarem ali sem nenhum motivo real.
Dessa forma eu me senti cada vez mais envolvida com a historia e seus personagens. Alguns flashbacks da vida de Brit nos permite conhecer melhor a personagem e também nos leva a entender um pouco a atitude tomada pelo seu pai ao interná-la.

"Sempre dance conforme sua própria música, era o que mamãe costumava dizer para mim."

Um dos pontos mais positivos do livro são os temas abordados, que são totalmente contrários a psicologia, e serve como um grande tapa na cara da  sociedade que tenta colocar todas as pessoas em padrões que deveria ser inexistentes.
O livro é narrado todo em primeira pessoa, o que pra mim tornou a leitura rápida e com algumas surpresas durante a narração. Os personagens apesar de não serem tão bem desenvolvidos quanto eu gostaria, evoluem de forma satisfatória no decorrer da história, fazendo assim que alguns pontos negativos passem despercebidos.
Esse é meu segundo contato com a autora e posso dizer que estou impressionada com o talento da autora, mesmo não tendo gostado do primeiro livro que li dela. O livro trás uma leitura dinâmica e prazerosa, nos deixando com aquele desejo de mais algumas paginas.

8 de novembro de 2016

Tag: Situações literárias

Oi gente, tudo bem?
Hoje eu decidi trazer para vocês uma tag bem bacana que vi no blog Sempre Romântica, infelizmente não consegui encontrar quem criou a tag, mas mesmo assim curti e decidi responder.
A tag se chama Situações Literárias e eu espero que vocês gostem.

7 de novembro de 2016

Literatura nacional: Eu Mereço Ser a Única

Oi gente, tudo bem?
Hoje é dia de indicar mais um nacional e o livro escolhido da vez é Eu Mereço Ser a Única da autora Anna CMS

Sinopse: Devan Flynt e Viviane Charpentier estavam, absolutamente, apaixonados. Trocavam juras sinceras de amor, que sem dúvida seria para sempre. Porém, ele terminou tudo com ela por telefone,sem dar qualquer explicação, desmanchando o noivado e cortando-a repetidamente de sua vida, para casar-se um mês depois com Savannah Melbrooke. Devan era um dos herdeiros de um grupo de empresas, sua paixão, no entanto, era a arquitetura, e aos trinta anos, construiu um casamento sólido, com sua amiga de infância, enquanto aguardava a chegada do bebê. Viv, uma jovem jornalista, que encontrou amparo e consolo na depressão, entre suas fiéis amigas, mas jamais conseguiu reerguer-se totalmente. Sete meses depois é chegado o momento de reunir forças e enfrentar Devan, a fim de cobrar uma explicação e deixá-lo saber do estrago feito em sua vida; antes de enterrar de vez essa história em seu passado, e dar uma chance ao jovem Collin Andrews.

1 de novembro de 2016

Resenha: Uni-duni-tê

Título: Uni-duni-tê
Autor: M. J. Arlidge
Editora: Record
Páginas: 322
Sinopse: Uma jovem sai de um bosque, quase morta. Sua história é terrível, inacreditável. Mas é pura verdade. Cada detalhe macabro. Ela foi capturada por um monstro invisível, um sanguinário serial killer.
Dias depois desse incidente, outro sobrevivente é encontrado _ e assim surge um padrão. Pares de vítimas estão sendo seqüestrados, presos e, em seguida, confrontados com uma decisão terrível: matar ou morrer. Apenas um pode sobreviver.
À frente da investigação está a detetive Helen Grace, e esse caso a obriga a se defrontar com seus próprios demônios. Tudo para descobrir a identidade desse misterioso e cruel assassino.
Em uma trama violenta, que traz à tona o pior da natureza humana, Grace percebe que a chave para resolver esse enigma está nos sobreviventes. E ela precisa correr contra o tempo, para evitar que mais inocentes morram.